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		<title>Aqelas</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Aug 2010 10:34:10 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Apple: parece não uma boa empresa. Google; parece um pouco perdida; um sentimento de cansaço. Microsoft: enlouqueceu, aterrorizada. Oracle: definitivamente mal colocada, perversa em tantas práticas. Facebook; uma estranha mistura juvenil, bem selvagem, horripilante em muita coisa. Twitter é de bom tamanho; refletida, ponderada. Mas também em crescimento e por isso problemática. Yahoo, bastante errático, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Apple: parece não uma boa empresa. Google; parece um pouco perdida; um sentimento de cansaço. Microsoft: enlouqueceu, aterrorizada. Oracle: definitivamente mal colocada, perversa em tantas práticas. Facebook; uma estranha mistura juvenil, bem selvagem, horripilante em muita coisa. Twitter é de bom tamanho; refletida, ponderada. Mas também em crescimento e por isso problemática. Yahoo, bastante errático, em desmoronamentos, equilibrando bolas no nariz. _Why: em seu espírito me trouxe alegria; em seu espírito uma vontade de fugir de tantas coisas das quais se deve fugir. Computador: máquina de roubar tempo da gente do sol, da grama, da lua, da luz. Exercício mental em demasia. Consumo diário de histórias que não as nossas próximas. Homem, em condição de combate constante; desviando, recuperando-se, agindo, lutando, exaurindo-se, perdendo-se, achando-se num pequeno tanto. Práticas sagradas: aquelas que trazem alento.</p>
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		<pubDate>Sat, 14 Nov 2009 14:56:19 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><embed src="http://blip.tv/play/hKgVgZ%2BtGAI%2Em4v" type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="289" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed> </p>
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		<title>Anticristo (spoiler)</title>
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		<pubDate>Sun, 13 Sep 2009 11:45:00 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O filme não “chegou em mim”. Mas por diversão, e talvez porque ele se preste a isso, fico aqui tentando juntar partes como com um quebra-cabeça. A psicanálise é razão sem coração. Gosto tanto da roda amarrada aos pés, lembra tanto histórias de bruxas. O pênis, o clitóris &#8212; de algum jeito, os corolários da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="background-color: #ffffff;">O filme não “chegou em mim”. Mas por diversão, e talvez porque ele se preste a isso, fico aqui tentando juntar partes como com um quebra-cabeça.</span></p>
<p><span style="background-color: #ffffff;">A psicanálise é razão sem coração. Gosto tanto da roda amarrada aos pés, lembra tanto histórias de bruxas. O pênis, o clitóris &#8212; de algum jeito, os corolários da razão. Os três mendigos, ou, the three beggars (fica melhor em inglês) &#8211;</span></p>
<p><span style="background-color: #ffffff;">&#8211; três animais dos contos de fadas-bruxas; em ordem: the deer, the fox and the crow; o veado, a raposa e o corvo; the grief, the pain and the despair. O veado dá a luz (nascimento) (luto), a raposa está à beira da morte (morte) (dor) e o corvo chora (desespero). Sabidamente (?) a raposa é a esperteza, o corvo o arauto de mau-agouro e o veado (não sei). São três fantasmas que se encontram em momentos propícios.</span></p>
<p><span style="background-color: #ffffff;">A natureza que é má, que trás à vida esperando a morte. E, talvez o último elemento, a(s) bruxa(s). São mulheres que eternamente, em lugar sagrado, executam ritos.</span></p>
<p><span style="background-color: #ffffff;">Ah, também a criança, liberdade, que tomba os três mendigos e se liberta. A criança não é desse mundo. </span></p>
<p><span style="background-color: #ffffff;">-  -  - </span></p>
<p><span style="background-color: #ffffff;">Os temas são bonitos: três mendigos, viajantes do tempo. Uma bruxa. Um homem em aventura. Uma criança que anuncia uma história. Em um ritmo da natureza, um tambor de três partes. Ao invés da descoberta interior, a manipulação dos interiores (melhor que psicanálise, bruxarias; mais concreto, mais caudaloso).</span></p>
<p><span style="background-color: #ffffff;">Mas ainda acho que o diretor ainda é aprendiz.</span></p>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Anticristo (spoiler)</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">O filme não “chegou em mim”. Mas por diversão, e talvez porque ele se preste a isso, fico aqui tentando juntar partes como com um quebra-cabeça.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">A psicanálise é razão sem coração. Gosto tanto da roda amarrada aos pés, lembra tanto histórias de bruxas. O pênis, o clitóris &#8212; de algum jeito, os corolários da razão. Os três mendigos, ou, the three beggars (fica melhor em inglês) &#8211;</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">&#8211; três animais dos contos de fadas-bruxas; em ordem: the deer, the fox and the crow; o veado, a raposa e o corvo; the grief, the pain and the despair. O veado dá a luz (nascimento) (luto), a raposa está à beira da morte (morte) (dor) e o corvo chora (desespero). Sabidamente (?) a raposa é a esperteza, o corvo o arauto de mau-agouro e o veado (não sei). São três fantasmas que se encontram em momentos propícios.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">A natureza que é má, que trás à vida esperando a morte. E, talvez o último elemento, a(s) bruxa(s). São mulheres que eternamente, em lugar sagrado, executam ritos.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Ah, também a criança, liberdade, que tomba os três mendigos e se liberta. A criança não é desse mundo.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">- &#8211; -</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Os temas são bonitos: três mendigos, viajantes do tempo. Uma bruxa. Um homem em aventura. Uma criança que anuncia uma história. Em um ritmo da natureza, um tambor de quatro partes (três mais um epílogo). Ao invés da descoberta interior, a manipulação dos interiores (melhor que psicanálise, bruxarias; mais concreto, mais caudaloso).</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Mas ainda acho que o diretor ainda é aprendi</div>
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		<title>brain and nerve and bounding heart</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Sep 2009 00:49:45 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Slowly, very slowly, he sat up, and as he did so he felt more alive, and more aware of his own living body than ever before.Why had he never appreciated what a miracle he was, brain and nerve and bounding heart. J.K. Rowling]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Slowly, very slowly, he sat up, and as he did so he felt more alive, and more aware of his own living body than ever before.Why had he never appreciated what a miracle he was, brain and nerve and bounding heart.</p>
<p>J.K. Rowling</p>
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		<title>poeminha</title>
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		<pubDate>Mon, 24 Aug 2009 23:54:30 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[poeminha para marina intrépida fazendeira virtual (e também designer querida) Um pé, a foot, é feito de doze polegadas, inches Uma polegada, a inch, tem em si 6 paicas, picas Uma paica, então, é de doze pontos, points Diz-se então que uma polegada, a inch, &#8211;é de 72 pontos, points Em um certo Mac, ó [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>poeminha para marina<br />
intrépida fazendeira virtual<br />
(e também designer querida)<br />
</em><br />
Um pé, <em>a foot,</em> é feito de doze polegadas, <em>inches</em><br />
Uma polegada, <em>a inch,</em> tem em si 6 paicas, <em>picas</em><br />
Uma paica, então, é de doze pontos, <em>points</em><br />
Diz-se então que uma polegada, <em>a inch,</em><br />
&#8211;é de 72 pontos, <em>points</em></p>
<p><em></em>Em um certo Mac, ó Mac<br />
Fez-se um pixel, <em>a pixel,</em><br />
&#8211;do tamanho aproximado de um ponto, <em>a point</em><br />
É assim que se diz que um Mac, <em>a Mac,</em><br />
&#8211;tem <em>72 dots per inch, dpi,</em> pontos por polegada<br />
&#8211;ou, mais elagante, <em>pixels per inch, ppi</em></p>
<p><em></em>E no <em>Windows,</em> Janelas<br />
Ó vilão!<br />
A resolução é de 96 ppi, pixels por polegada</p>
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		<title></title>
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		<pubDate>Thu, 06 Aug 2009 22:31:58 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[graça de moleque]]></category>
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		<description><![CDATA[We’ve also heard that Facebook and Twitter are working together to figure out exactly which 15 year olds are responsible for organizing the attack. belongs: http://www.techcrunch.com/2009/08/06/ddos-attacks-crush-twitter-hobble-facebook also: http://en.wikipedia.org/wiki/Denial-of-service_attack]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>We’ve also heard that Facebook and Twitter are working together to figure out exactly which 15 year olds are responsible for organizing the attack.</p>
<p>belongs: <a href="http://www.techcrunch.com/2009/08/06/ddos-attacks-crush-twitter-hobble-facebook">http://www.techcrunch.com/2009/08/06/ddos-attacks-crush-twitter-hobble-facebook</a></p>
<p>also: http://en.wikipedia.org/wiki/Denial-of-service_attack</p>
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		<title></title>
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		<pubDate>Wed, 10 Jun 2009 17:42:36 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Aldus &#8211; Romana e itálica desenhadas por Hermann Zapf em 1953. Colegas de (e desenhadas para) sua então nova fonte Palatino. Aldus como fonte de texto. Aldus e Palatino para linotipo (tipo para composição automática em metal). Aldus tem raízes nas tradições dos escribas da Renascença. Versaletes e algarismos de texto: sim; ligaturas: não. Ao [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Aldus &#8211; Romana e itálica desenhadas por Hermann Zapf em 1953. Colegas de (e desenhadas para) sua então nova fonte Palatino. Aldus como fonte de texto. Aldus e Palatino para linotipo (tipo para composição automática em metal). Aldus tem raízes nas tradições dos escribas da Renascença. Versaletes e algarismos de texto: sim; ligaturas: não. Ao compô-la use a Palatino a Michelangelo e a Sisitina como titulares. Já a Palatino bold pode ser usada como uma colega mais pesada.</p>
<p>reescrito de: <a href="http://books.google.com.br/books?id=okMpNGMYmboC&amp;pg=PA233&amp;lpg=PA233&amp;dq=desenhada+em+1953+por+Hermann+Zapf&amp;source=bl&amp;ots=8rOF-8VQWo&amp;sig=pFqaQkPomBv3snBEe-0iEvHpP_8&amp;hl=en&amp;ei=-O8vSuzmHoyNtgfE-IWMDA&amp;sa=X&amp;oi=book_result&amp;ct=result&amp;resnum=1">Elementos do estilo tipográfico versão 3.0</a></p>
<p>- -</p>
<p><span style="font-size: small">Aldus Manutius the Elder</span></p>
<p><span style="font-size: small">Main &#8212; the leading figure of his time in printing, publishing, and typography, founder of a veritable dynasty of great printer-publishers, and organizer of the famous Aldine Press. Manutius produced the first printed editions of many of the Greek and Latin classics and is particularly associated with the production of small, excellently edited pocket-size books printed in inexpensive editions.</span></p>
<p><span style="font-size: small">colado de: <a href="http://www.britannica.com/EBchecked/topic/363258/Aldus-Manutius-the-Elder">Encyclopædia Britannica</a></span></p>
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		<title></title>
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		<pubDate>Sat, 09 May 2009 22:34:57 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_62" class="wp-caption alignnone" style="width: 441px"><img class="size-full wp-image-62" title="quadrinho01_02colorindo-copy" src="http://torrida.org/torrada/wp-content/uploads/quadrinho01_02colorindo-copy.jpg" alt="quadrinho01_02colorindo-copy" width="431" height="435" /><p class="wp-caption-text">quadrinho01_02colorindo-copy</p></div>
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		<title>bond 1 and two</title>
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		<pubDate>Wed, 06 May 2009 10:04:23 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[The Bourne Identity (2002) The Bourne Supremacy (2004) Casino Royale (2006) The Bourne Ultimatum (2007) Quantum of Solace (2008) Meu pensamento lógico é que os dois novos James Bond levariam em conta Bourne; Bourne tendo sido tido como o novo rumo do gênero filme de espião. Acho que um prazer de Bourne é que finalmente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>The Bourne Identity (2002)<br />
The Bourne Supremacy (2004)<br />
Casino Royale (2006)<br />
The Bourne Ultimatum (2007)<br />
Quantum of Solace (2008)</p>
<p>Meu pensamento lógico é que os dois novos James Bond levariam em conta Bourne; Bourne tendo sido tido como o novo rumo do gênero filme de espião.</p>
<p>Acho que um prazer de Bourne é que finalmente se entende como é que é possível alguém ser um super-herói. Uma fala de Bourne (algo como)—eu sei que aquele cara pesa 82 quilos, que há duas saídas, que aquele cara sabe se cuidar se houver problema, etc—Talvez não existam mesmo super-heróis; eles sejam mesmo coisa da ficção, dos quadrinhos criados no começo do século, da Bíblia; mas por outro lado, se existem atletas como Philip Phelps, talvez existam homens como Matt Damon.</p>
<p>Reparei também (já olhando para Bond) que existe uma idéia de estrutura do serviço secreto em Bourne mais parecida com hoje-em-dia. A menina que sozinha sustenta todo o escritório de inteligência em Paris em um pequeno apartamento com umas dez antenas de transmissão de dados em um velho telhado parisiense; ‘estudante americana de intercâmbio’. E mais, o segmento da <span class="caps">CIA</span> retratado no filme é caracterizado com um braço autônomo da estrutura. Melhor dizendo: a <span class="caps">CIA </span>é ‘composta’ de digamos 100 braços autônomos com pouca comunicação entre si; uma estrutura descentralizada, eficiente, cada célula contando com sua própria legislação, microcosmo, etc.</p>
<p>Em Bond: é um homem só contra todo o Universo. O tamanho da organização que esse homem enfrenta é descomunal; organização de membros descartáveis; melhor dizendo, a personagem do vilão é a organização e não seus membros. E mais, o acesso àquilo que não se vê a não ser que se seja muito rico: mulheres estonteastes, os verdadeiros lugares luxuosos do planeta; lugares que não são mostrados na Ilha de Caras—nas revistas são mostrados apenas os lugares de luxo feitos para tv, os verdadeiros são escondidos pelos milionários acessíveis apenas para quem realmente tem dinheiro.</p>
<p>E.. há algo de desajeitado nesse homem. No primeiro filme ele corre atrás de um africano durante cinco minutos (é uma linda e longa cena de ação); os pulos de Bond e do Africano são maravilhosos; eles voam com graça. E a primeira coisa que percebi é que há um distintivo do estilo desse herói (Bond), seus pulos são mais desajeitados; ele resolve as aritméticas de para onde pular e de previsão dos próximos lances da corrida com muito mais praticidade do que estética; essa é sua elegância (inglesa), a praticidade.</p>
<p>Então vem: Bond (no conjunto de seus filmes) se fez famoso por ser um sedutor sem coração; elegante ao extremo contando com roupas e gadgets masculinos vários e por destruir vilões excêntricos proprietários de grandes complexos arquitetônicos em lugares recôndidos.</p>
<p>(Olhando as diferenças entre o Bond do conjunto dos filmes e desses dois últimos.) Não existe mais União Soviética, portanto não existe mais apenas um inimigo. Em Bourne,</p>
<p>.. to be continued ..</p>
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		<title>do filme Onde os fracos não tem vez</title>
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		<pubDate>Sat, 18 Apr 2009 04:03:27 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Meninos de cabelo verde e pregos no nariz. Mas o pior mesmo é o dia que não falarem mais senhor e senhora. Fotografia precisa, cada quadro, linda. A natureza no começo, saudade. Quando se lê o jornal e as notícias parecem brincadeira, piada. Não só assaltou, matou, mas fez crueldade por prazer. Um ator que diz as falas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Meninos de cabelo verde e pregos no nariz. Mas o pior mesmo é o dia que não falarem mais senhor e senhora. Fotografia precisa, cada quadro, linda. A natureza no começo, saudade. Quando se lê o jornal e as notícias parecem brincadeira, piada. Não só assaltou, matou, mas fez crueldade por prazer. Um ator que diz as falas de um sonho em rima de poesia, com os olhos para baixo, perturbado; tocando, como se diz aquela harpa que cada um trás dentro de si. Uma arpa que diz. E o sonho fala dos ritos, do fogo do encontro, da companhia, do sagrado.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>um desenho especial</title>
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		<pubDate>Sun, 29 Mar 2009 07:50:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[para mim, pelo menos ..]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://torrida.org/torrada/wp-content/uploads/maior.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-41" title="campo" src="http://torrida.org/torrada/wp-content/uploads/menor.jpg" alt="campo" width="465" height="400" /></a></p>
<p>para mim, pelo menos ..</p>
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		<title>Bourne</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Mar 2009 04:03:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Nessa última ou nessas duas últimas semanas eu assisti os três Bournes. Eu fico imaginando o que acontece comigo deitado no colchão, com a colcha por cima e com os olhos na tv. Desse filme eu não consigo desgrudar os olhos. É feito de um jeito que eu não consegui parar de assistir. Tenho a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nessa última ou nessas duas últimas semanas eu assisti os três Bournes.</p>
<p>Eu fico imaginando o que acontece comigo deitado no colchão, com a colcha por cima e com os olhos na tv. Desse filme eu não consigo desgrudar os olhos. É feito de um jeito que eu não consegui parar de assistir.</p>
<p>Tenho a impressão que toda a minha estrutura neuromotora fica envolvida. Quando Matt Damon (no papel de Bourne) desarma num instante muito rápido três sujeitos bons de briga; todos fora de combate e não mortos. Toda a minha estrutura neuromotora fica mobilizada, meus músculos da boca, do corpo se tensionam; sou eu lá fazendo esse esforço; sou eu correndo a toda velocidade para alcançar a próxima conexão. Estou eu lá trabalhando enquanto vejo o filme. Por quê?</p>
<p>Parêntese: é assim com todo mundo? Ou Bourne é um herói para apenas alguns tipos de pessoas? Eu sei que esse herói me cativa.</p>
<p>Em algum lugar eu li ou ouvi que os esportistas que tem o reflexo mais rápido são os enxadristas. O paralelo que eu faço é bem simples: Bourne age na tv com a destreza, a velocidade e o envolvimento que eu busco informações, principalmente na internet.</p>
<p>E o que me impressiona é isso, como todo meu corpo se envolve. Como Neo (de Matrix) brigando de mentira no simulador.</p>
<p>E, também, como esse tipo de concentração (o da informação) é aparentemente concentrado mas talvez histérico. É um incessante golfar-se de informação, o mar quebrando, as pernas correndo, movimento se dando.</p>
<p>update: descobri o que quero dizer: o filme não me dá espaço de respiro. A ação se desenvolve tão contínua que eu sou obrigado a ficar com a tela. Como aqueles vídeos em câmera lenta de um copo caindo. É sempre movimento e existe uma necessidade de ver a coisa se dando (os cacos se espatifando). Para mim é esse o segredo.</p>
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		<title>vim</title>
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		<pubDate>Sat, 07 Feb 2009 06:23:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Vim é um editor de texto antigo, muito antigo. Vem do Amiga, que na minha imaginação é um computador ali- mentado por fita k7 &#8212; e deve ser mesmo. É uma tela negra com letras brancas, e isso deve ser porque os monitores de fósforo verde funcionavam assim. Sua lógica de entrada de texto é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Vim é um editor de texto antigo, muito antigo. Vem do Amiga, que na minha imaginação é um computador ali- mentado por fita k7 &#8212; e deve ser mesmo. É uma tela negra com letras brancas, e isso deve ser porque os monitores de fósforo verde funcionavam assim. Sua lógica de entrada de texto é estranha &#8212; toda uma outra lógica &#8212; como se alguém a tivesse tirado da cabeça. Porque, imagino, quando os editores de texto foram inventados, muitos se inventaram; poucos sobreviveram e a partir de então copiou-se. Vim sobreviveu.</p>
<p>No momento seguinte acessei Super Fortress Lone Star. Já estava há algum tempo seguindo os rastros estra- nhos dos programadores. Superfortress Lone Star é um servidor Unix. Você se encontra sózinho, trancado no quarto e acessa uma tela negra; a tela mostra texto e o texto está vindo de algum lugar fora da sua casa, do mundo. Faz perguntas, mostra a lua desenhada em caracteres, piadas, convida, fala de vantagens.</p>
<p>O estranho é que não é exatamente um terminal, é um programa em Java, que roda no navegador, que finge ser um terminal, finge tremer a letra.</p>
<p>Eu segui alguns tutoriais em vídeo pela internet para aprender a programar um pouco. Visitei os sites pessoais dos professores de código. &#8230;</p>
<p>(1a versão..)</p>
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